A Tristeza da Falsa Tartaruga
oie blog, no capítulo 9 de "Alice no País das Maravilhas", Lewis Carroll nos apresenta a Falsa Tartaruga, uma criatura melancólica e que compartilha suas memórias escolares bem estranhas com Alice. Em uma mistura de humor, tristeza e um toque de filosofia, esse capítulo aborda temas como identidade, educação e o absurdo, que são a marca registrada do mundo encantado de Carroll.
Quando Alice encontra a Falsa Tartaruga, ela se depara com uma figura que vive presa a lembranças distorcidas de uma educação fictícia, como a "Aritmética do Mar" e a "Dança da Lagosta". Aqui, Carroll faz uma crítica bem humorada e surreal ao sistema educacional e às normas sociais da época, mostrando o lado absurdo do País das Maravilhas. A história é um reflexo de como, muitas vezes, ficamos presos ao passado e lembramos as coisas de um jeito meio torto. Também faz uma crítica à educação, sugerindo que o que aprendemos nem sempre faz sentido.
A Falsa Tartaruga simboliza aquela tristeza e confusão que todos sentimos de vez em quando, especialmente quando não temos certeza do que queremos ou de quem somos. O Grifo, por outro lado, é mais pé no chão e contrasta com a nostalgia da Falsa Tartaruga, criando uma dinâmica que destaca o absurdo do País das Maravilhas. Carroll utiliza esses personagens para desafiar nossas percepções, fazendo a gente pensar sobre a linha tênue entre o falso e o verdadeiro, o passado e o presente. Afinal, o que é real ou imaginário no mundo de Alice? Talvez nem mesmo a Falsa Tartaruga saiba responder.
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